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Serviço de Imagens e Laudos Iridológicos

Iridologia - Irisdiagnose

Carolina Mendes Serafim

Occupation
Location
Bacharéis em Naturologia pela Universidade Anhembi Morumbi

Pós-Graduandas em Iridologia-Irisdiagnose na FACIS IBEHE.

Monitoras do Projeto de Acolhimento Pós-Traumático da Clínica Odontológica na Universidade de São Paulo (USP)

 

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Preciso confirmar o ítem serviços pois não entendi. Pode me mandar detalhes por e-mail?
Dec. 27
 
Olá Marina e Thais,
Aguardo vocês ligarem para agendarmos no consultório a orientação do tcc!
Um abraço,
Carolina
July 9
marina wrote:
Oi Carol, td bem com vc?
 
Eu sou Marina, aquela garota que foi  na sua palestra sobre iridologia no Hagananda junto c/ a minha amiga Thaís, vc se lembra?
 
Como a gente conversou, estamos fazendo um tcc, já temos algumas pesquisas mas precisamos de uma ajudinha sua!..hehe..
 
Estamos de ferias e poderemos nos comunicar. Gostariamos de saber como fica melhor para vc para q possa nos orientar!
 
Agradecemos muuuito a sua prontificação em ajudar-nos!!!! ^.^
 
Beijos
 
 ~>  Thaís e Marina <~
June 25
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June 18

Entrevista sobre Iridologia

 
Saiba mais sobre Iridologia e como funciona uma avaliação:
 
 
May 03

Monografia

 

ESTUDO DOS HEMISFÉRIOS E DOMINÂNCIA CEREBRAL A PARTIR DOS CONCEITOS DA IRIDOLOGIA E DA LITERATURA CLÁSSICA

 

Autora: carolina mendes serafim

 

 

RESUMO

 

 

Esta pesquisa surgiu a partir do desenvolvimento anterior de um trabalho de conclusão de curso de Naturologia na Universidade Anhembi Morumbi –SP com o título: Irisdiagnose Psíquica como um recurso para compreensão da queixa do paciente; aguçando a minha curiosidade e ímpeto científico no sentido de tentar compreender melhor a questão do Hemisfério e Dominância Cerebral dentro do conceito da Iridologia. Com o objetivo de fazer um estudo de revisão bibliográfica sobre Hemisfério Cerebral e Dominância Cerebral na literatura clássica e na Iridologia, para, a partir daí tentar fazer um paralelo entre os conceitos, no intuito de ampliar e adaptar os conhecimentos, estruturando assim a Ciência Iridologia. Foi possível então perceber que os conceitos usados em ambas as visões são diferentes. Enquanto a Iridologia compreende que a Predominância Hemisférica estabelece para o indivíduo: atitudes, habilidades, tipo de sensibilidade, influência sobre o desenvolvimento glandular, influência nos padrões de comunicação com e entre os pais, além da relação com os aspectos: masculino e feminino. A visão clássica compreende a lateralização hemisférica somente pelos aspectos da linguagem e funções motoras apesar de concluir que os dois hemisférios são complementares e necessitam um do outro. Apesar das diferenças entre os conceitos, ainda é necessário realizar novas pesquisas no intuito de correlacioná-las.

Palavras-chave: Iridologia, Irisdiagnose, Hemisfério Cerebral, Dominância Cerebral.

 

 

 

 

 

 

 

 

July 09

A íris da criança e a íris do idoso

A ÍRIS DA CRIANÇA E A ÍRIS DO IDOSO
 
 
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O olho do recém-nascido ainda não é totalmente formado. A cor é quase sempre o azul (azul/cinza), por causa da ausência de melanina ou estroma uveal.
 
A pigmentação já pode começar durante os primeiros dias de vida. A coloração definitiva da íris demora um pouco. Na Irisdiagnose deve-se considerar estes fatos no caso de crianças menores de dois anos de idade. E crianças de dois anos, a adventícia dos vasos iridiais já deve estar bem desevolvida, enquanto o tecido conjuntivo se densificará atrás do músculo dilatador da pupila a partir do quarto ano de vida.
 
Freerksen em 1939 disse que a formação da estrutura iridial se conclui com 5 anos de idade. Leutert em 1966 realizou amplas pesquisas histológicas e histoquímicas referentes a esta questão. Na Iridologia a íris é avaliada plenamente a partir dos 8 anos de idade. Mas as opiniões diferem muito, e é necessário considerar cada caso individualmente.
 
Diferente da íris de um adulto, na observação da íris infantil aplicam-se outros critérios e prioridades.
 
O envelhecimento do olho começa com o parto, como um fato biológico.
 
O olho contém tecidos braditrófico, como a córnea, a esclera e o corpo vítreo. Análogo ao metabolismo como um todo, ao envelhecer, estes tecidos tendem a uma carência de água, e assim sofrem o processo densificador. Este processo dificulta na idade avançada a troca de substâncias, e promove o depósito de resíduos metabólicos. Isto também afeta muitas partes do tecido conjuntivo do olho, como por exemplo, no estroma iridial. As consequentes transformações funcionais se manifestam como alterações na estrutura e na cor, sem necessariamente mostrar uma correlação com o processo patológico. Por exemplo, uma despigmentação senil dos melanócitos do estroma pode tornar mais transparente a camada limiar de olhos azuis. Isto provoca uma alteração na coloração, mas sem significado para avaliarmos o sucesso ou a falha terapêutico.
 
O tecido conjuuntivo da íris pode envelhecer no sentido de apresentar atrofia, hipertrofia ou esclerose. No caso do olho senil, pode-se observar um fio central de sangue nas fibras radiares - isto acontece como consequência do afinamento cada vez maior, destas fibras. O iridólogo chama isso de vaso "vascularizado". Leutert e Purtscher descobriram que, esse vaso em si, não mostra alterações senis significantes, mas este sinal será uma indicação para alterações referentes ao corpo.
 
Outro problema também, é que estes sinais são mais significantes no caso de uma idade média, do que em idade avançada. A problematização da solução destes casos é, que também na idade avançada consideramos a área orgânica afetada por um vaso vascularizado com problema.
O tecido variável da camada anterior mostra estranha densificação e atrofia na idade avançada. Mas é fisiológico e não pode ser considerado um sinal de doença. Pode-se observar uma transformação da camada anterior da íris de um recém-nascido até a idade avançada. O grande e escuro "anel de pele" é fisiológico, e que na idade avançada um colarete mais extenso também é fisiológico.
 
O empobrecimento do líquido mesenquimal na idade avançada reforça o deslocamento da camada anterior na periferia. Os velhos iridólogos falam de uma "dessecação". Quando este sinal surge, em idade mais nova, indica processos de envelhecimento já desencadeados.
Dá-se muito valor à borda do colarete para o diagnóstico iridológico e sempre avalia-se, de preferência, a sua extensão. A zona interior cresce internamente e assim, o colarete se desloca na periferia.
 
O alargamento de grandes lacunas deve ser avaliado. Caso estas sejam separadas por pontes estreitas da zona pupilar, pode ocorrer um rompimento destas pontes. Assim, a limitação original da lacuna torna-se uma limitação para a zona pupilar. Neste caso, não pode se falar de um alargamento do colarete. A idade do paciente é decisiva para a diagnose.
 
No caso da cor azul, pode-se constatar que esta cor tende a escurecer posteriormente. Menos no caso masculino, em que surge um escurecimento mais cedo e mais forte.
 
Com a idade, a camada posterior do estroma atrofia, tornando-se transparente na zona pupilar. Esta camada visível da frente se torna mais escura porque o epitélio pigmentar começa a transparecer. Pode surgir uma coloração patológica da zona do estômago da coloração fisiológica. Em relação a esta coloração Purtscher colocou: "Especialmente no caso de pessoas idosas esta íris bicolor pode surgir desta forma - a zona ciliar é azul e a zona interior é marrom. Esta marrom será chamado de marrom de base, para poder diferenciá-lo do marrom pigmentar do estroma (melanócitos)...O anel formado pelo dilatador amarelado é bem visível, o que indica que existe uma zona inteior amarronzada com este marrom de base". Por isso devemos ter cuidado com a interpretação do círculo gástrico marrom no caso de pessoas idosas, mesmo se podemos pressupor, que a função da mucosa gástrica na idade avançada não seja a melhor.
 
Gunther Lindemann
 
June 24

TCC: Iridologia nas Disfunções Cardíacas

 

 

 

Trabalho de Conclusão de Curso: Iridologia nas Disfunções Cardíacas

Autores:  Nat. Fernando Hellmann, Nat. Jeanine Menegaz de Faveri, Nat. RAchel Trevisan Marion, Nat. Tatiana Leite Müller.

Orientadores: Joel Irineu Lohn, Juliana Palma, Gisele de Souza Flôr e André W. Garcia.

 

Apresentado no I Congresso Brasileiro de Naturologia - SP (17 e 18 de maio) pelo Nat. Fernando Hellmann.

 

 

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Objetivo Geral:

       Verificar a confiabilidade da Irisdiagnose como método de avaliação à propensão de distúrbios cardíacos.

Objetivo s Específicos:

       Identificar e descrever aspectos visuais na íris, de um grupo de pessoas portadoras de disfunções cardíacas e de um grupo controle;

       Comparar os resultados entre si, obtidos  em cada grupo.

 

Metodologia

       Estudo quantitativo, transversal do tipo caso-controle;

       Fotografadas 66 iris esquerdas: 33 grupo de pessoas com distúrbios cardíacos e 33 grupo controle;

       Grupo Exposto: pessoas com disfunções cardíacas, todos pacientes internos do Instituto de Cardiologia de Santa Catarina (ICSC), com diagnóstico médico;

       Grupo Controle : pessoas sem diagnóstico de distúrbio cardíaco, aparentemente saudáveis.

       Trabalho aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do ICSC.

       Utilizou-se o mapa condensado de Irisdiagnose (BATELLO,  1996);

       Foram considerados os sinais de Inflamação aguda e as lesões: sub-agudas, crônicas e degenerativas;

       Tratamento dos dados: cálculo de Odds Ratio. Programa EpiData;

 

Resultados

       Apresentaram sinais relevantes na área relativo ao coração, no mapa condensado de irisdiagnose:

       82% no Grupo Exposto

       42% Grupo Controle

 

A probabilidade para  encontrar sinais na iris de pessoas portadores de disfunções cardíacas é 6,11 vezes maior que a probabilidade para encontrar tais sinais em pessoas sem determinada disfunção.

 

Sinal não previsto na pesquisa:

 

Pterígio:

       Pode indicar disfunções hepáticas e lesões degenerativas dos vasos sangüíneos. Pode indicar placas ateromatosas as quais provocam o estreitamento das artérias coronárias.

 

A probabilidade para  desenvolvimento do pterígio em pessoas portadores de disfunções cardíacas é 7,43 vezes maior que a probabilidade para pessoas sem problemas cardíacos

 

Limitação do método

       Grupo controle formado por pessoas de idades variadas, prevalecendo jovens enquanto no Grupo exposto prevaleceu adultos;

       Grupo controle não tinha diagnóstico médico;

       Foi analisado apenas a íris esquerda;

       A classificação das doenças cardíacas não foram consideradas;

       Número de participantes pequeno;

 

Considerações Finais

       Considera-se a Irisdiagnose como método propedêutico não-invasivo, confiável e barato;

       Há relação estatística entre os sinais iridológicos  e a presença de disfunções cardíacas;

       Deve-se considerar a análise da íris como um todo, não apenas de um local;

       Há pessoas com enfermidades cardíacas que não apresentaram sinais e pessoas sem enfermidades que apresentaram sinais;

 

Referências

       BATELLO, Celso. Iridologia e Irisdiagnose: o que os olhos podem revelar. São Paulo: Ground,1999.

       BATELLO, Celso. Iridologia Total: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Ground,1996.

       CARVALHO, Tales. Tratamento da doença coronariana no Brasil: um quadro que reflete a necessidade de mudança de paradigma. Revista Brasileira de Medicina do Esporte.Vol.6, n°6 – nov./dez., 2000.

       ILLICH, Ivan. A expropriacao da saude; nemesis da medicina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.

 

 

June 04

Entendendo a Iridologia como Medicina Preventiva

 
Iridologia como Medicina Preventiva
 
 
A grande importância da Iridologia está na sua ação preventiva.
 
O diagnóstico através da íris possibilita o conhecimento de áreas frágeis no organismo do paciente e assim, o iridólogo pode estruturar um tratamento adequado para orientar os hábitos e evitar doenças futuras. O organismo é assim desintoxicado, reconstituído e preservado, antes que o quadro se torne muito prejudicial ou talvez irreversível.
 
Esse trabalho preventivo é basicamente de conscientização, conduzindo o paciente a uma maior observação do funcionamento do seu próprio corpo e mente. 
 
A mediciona preventiva é a grande oportunidade de uma melhora do homem como espécie, pois os bons hábitos geram saúde, e essa saúde conquistada será transmitida de geração em geração. A prevenção é a medicina do futuro, onde podemos encontrar o segredo da boa saúde em todos os seus aspectos, gerando longevidade, melhores condições e qualidade de vida.
 
 
Liane Beringhs