Trabalho de Conclusão de Curso: Iridologia nas Disfunções Cardíacas
Autores: Nat. Fernando Hellmann, Nat. Jeanine Menegaz de Faveri, Nat. RAchel Trevisan Marion, Nat. Tatiana Leite Müller.
Orientadores: Joel Irineu Lohn, Juliana Palma, Gisele de Souza Flôr e André W. Garcia.
Apresentado no I Congresso Brasileiro de Naturologia - SP (17 e 18 de maio) pelo Nat. Fernando Hellmann.
Objetivo Geral:
• Verificar a confiabilidade da Irisdiagnose como método de avaliação à propensão de distúrbios cardíacos.
Objetivo s Específicos:
• Identificar e descrever aspectos visuais na íris, de um grupo de pessoas portadoras de disfunções cardíacas e de um grupo controle;
• Comparar os resultados entre si, obtidos em cada grupo.
Metodologia
• Estudo quantitativo, transversal do tipo caso-controle;
• Fotografadas 66 iris esquerdas: 33 grupo de pessoas com distúrbios cardíacos e 33 grupo controle;
• Grupo Exposto: pessoas com disfunções cardíacas, todos pacientes internos do Instituto de Cardiologia de Santa Catarina (ICSC), com diagnóstico médico;
• Grupo Controle : pessoas sem diagnóstico de distúrbio cardíaco, aparentemente saudáveis.
• Trabalho aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do ICSC.
• Utilizou-se o mapa condensado de Irisdiagnose (BATELLO, 1996);
• Foram considerados os sinais de Inflamação aguda e as lesões: sub-agudas, crônicas e degenerativas;
• Tratamento dos dados: cálculo de Odds Ratio. Programa EpiData;
Resultados
• Apresentaram sinais relevantes na área relativo ao coração, no mapa condensado de irisdiagnose:
• 82% no Grupo Exposto
• 42% Grupo Controle
A probabilidade para encontrar sinais na iris de pessoas portadores de disfunções cardíacas é 6,11 vezes maior que a probabilidade para encontrar tais sinais em pessoas sem determinada disfunção.
Sinal não previsto na pesquisa:
Pterígio:
• Pode indicar disfunções hepáticas e lesões degenerativas dos vasos sangüíneos. Pode indicar placas ateromatosas as quais provocam o estreitamento das artérias coronárias.
A probabilidade para desenvolvimento do pterígio em pessoas portadores de disfunções cardíacas é 7,43 vezes maior que a probabilidade para pessoas sem problemas cardíacos
Limitação do método
• Grupo controle formado por pessoas de idades variadas, prevalecendo jovens enquanto no Grupo exposto prevaleceu adultos;
• Grupo controle não tinha diagnóstico médico;
• Foi analisado apenas a íris esquerda;
• A classificação das doenças cardíacas não foram consideradas;
• Número de participantes pequeno;
Considerações Finais
• Considera-se a Irisdiagnose como método propedêutico não-invasivo, confiável e barato;
• Há relação estatística entre os sinais iridológicos e a presença de disfunções cardíacas;
• Deve-se considerar a análise da íris como um todo, não apenas de um local;
• Há pessoas com enfermidades cardíacas que não apresentaram sinais e pessoas sem enfermidades que apresentaram sinais;
Referências
• BATELLO, Celso. Iridologia e Irisdiagnose: o que os olhos podem revelar. São Paulo: Ground,1999.
• BATELLO, Celso. Iridologia Total: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Ground,1996.
• CARVALHO, Tales. Tratamento da doença coronariana no Brasil: um quadro que reflete a necessidade de mudança de paradigma. Revista Brasileira de Medicina do Esporte.Vol.6, n°6 – nov./dez., 2000.
• ILLICH, Ivan. A expropriacao da saude; nemesis da medicina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.