|
|
June 18
Saiba mais sobre Iridologia e como funciona uma avaliação:
May 03
ESTUDO DOS HEMISFÉRIOS E DOMINÂNCIA CEREBRAL A PARTIR DOS CONCEITOS DA IRIDOLOGIA E DA LITERATURA CLÁSSICA
Autora: carolina mendes serafim
RESUMO
Esta pesquisa surgiu a partir do desenvolvimento anterior de um trabalho de conclusão de curso de Naturologia na Universidade Anhembi Morumbi –SP com o título: Irisdiagnose Psíquica como um recurso para compreensão da queixa do paciente; aguçando a minha curiosidade e ímpeto científico no sentido de tentar compreender melhor a questão do Hemisfério e Dominância Cerebral dentro do conceito da Iridologia. Com o objetivo de fazer um estudo de revisão bibliográfica sobre Hemisfério Cerebral e Dominância Cerebral na literatura clássica e na Iridologia, para, a partir daí tentar fazer um paralelo entre os conceitos, no intuito de ampliar e adaptar os conhecimentos, estruturando assim a Ciência Iridologia. Foi possível então perceber que os conceitos usados em ambas as visões são diferentes. Enquanto a Iridologia compreende que a Predominância Hemisférica estabelece para o indivíduo: atitudes, habilidades, tipo de sensibilidade, influência sobre o desenvolvimento glandular, influência nos padrões de comunicação com e entre os pais, além da relação com os aspectos: masculino e feminino. A visão clássica compreende a lateralização hemisférica somente pelos aspectos da linguagem e funções motoras apesar de concluir que os dois hemisférios são complementares e necessitam um do outro. Apesar das diferenças entre os conceitos, ainda é necessário realizar novas pesquisas no intuito de correlacioná-las.
Palavras-chave: Iridologia, Irisdiagnose, Hemisfério Cerebral, Dominância Cerebral.
July 09
A ÍRIS DA CRIANÇA E A ÍRIS DO IDOSO

O olho do recém-nascido ainda não é totalmente formado. A cor é quase sempre o azul (azul/cinza), por causa da ausência de melanina ou estroma uveal.
A pigmentação já pode começar durante os primeiros dias de vida. A coloração definitiva da íris demora um pouco. Na Irisdiagnose deve-se considerar estes fatos no caso de crianças menores de dois anos de idade. E crianças de dois anos, a adventícia dos vasos iridiais já deve estar bem desevolvida, enquanto o tecido conjuntivo se densificará atrás do músculo dilatador da pupila a partir do quarto ano de vida.
Freerksen em 1939 disse que a formação da estrutura iridial se conclui com 5 anos de idade. Leutert em 1966 realizou amplas pesquisas histológicas e histoquímicas referentes a esta questão. Na Iridologia a íris é avaliada plenamente a partir dos 8 anos de idade. Mas as opiniões diferem muito, e é necessário considerar cada caso individualmente.
Diferente da íris de um adulto, na observação da íris infantil aplicam-se outros critérios e prioridades.
O envelhecimento do olho começa com o parto, como um fato biológico.
O olho contém tecidos braditrófico, como a córnea, a esclera e o corpo vítreo. Análogo ao metabolismo como um todo, ao envelhecer, estes tecidos tendem a uma carência de água, e assim sofrem o processo densificador. Este processo dificulta na idade avançada a troca de substâncias, e promove o depósito de resíduos metabólicos. Isto também afeta muitas partes do tecido conjuntivo do olho, como por exemplo, no estroma iridial. As consequentes transformações funcionais se manifestam como alterações na estrutura e na cor, sem necessariamente mostrar uma correlação com o processo patológico. Por exemplo, uma despigmentação senil dos melanócitos do estroma pode tornar mais transparente a camada limiar de olhos azuis. Isto provoca uma alteração na coloração, mas sem significado para avaliarmos o sucesso ou a falha terapêutico.
O tecido conjuuntivo da íris pode envelhecer no sentido de apresentar atrofia, hipertrofia ou esclerose. No caso do olho senil, pode-se observar um fio central de sangue nas fibras radiares - isto acontece como consequência do afinamento cada vez maior, destas fibras. O iridólogo chama isso de vaso "vascularizado". Leutert e Purtscher descobriram que, esse vaso em si, não mostra alterações senis significantes, mas este sinal será uma indicação para alterações referentes ao corpo.
Outro problema também, é que estes sinais são mais significantes no caso de uma idade média, do que em idade avançada. A problematização da solução destes casos é, que também na idade avançada consideramos a área orgânica afetada por um vaso vascularizado com problema.
O tecido variável da camada anterior mostra estranha densificação e atrofia na idade avançada. Mas é fisiológico e não pode ser considerado um sinal de doença. Pode-se observar uma transformação da camada anterior da íris de um recém-nascido até a idade avançada. O grande e escuro "anel de pele" é fisiológico, e que na idade avançada um colarete mais extenso também é fisiológico.
O empobrecimento do líquido mesenquimal na idade avançada reforça o deslocamento da camada anterior na periferia. Os velhos iridólogos falam de uma "dessecação". Quando este sinal surge, em idade mais nova, indica processos de envelhecimento já desencadeados.
Dá-se muito valor à borda do colarete para o diagnóstico iridológico e sempre avalia-se, de preferência, a sua extensão. A zona interior cresce internamente e assim, o colarete se desloca na periferia.
O alargamento de grandes lacunas deve ser avaliado. Caso estas sejam separadas por pontes estreitas da zona pupilar, pode ocorrer um rompimento destas pontes. Assim, a limitação original da lacuna torna-se uma limitação para a zona pupilar. Neste caso, não pode se falar de um alargamento do colarete. A idade do paciente é decisiva para a diagnose.
No caso da cor azul, pode-se constatar que esta cor tende a escurecer posteriormente. Menos no caso masculino, em que surge um escurecimento mais cedo e mais forte.
Com a idade, a camada posterior do estroma atrofia, tornando-se transparente na zona pupilar. Esta camada visível da frente se torna mais escura porque o epitélio pigmentar começa a transparecer. Pode surgir uma coloração patológica da zona do estômago da coloração fisiológica. Em relação a esta coloração Purtscher colocou: "Especialmente no caso de pessoas idosas esta íris bicolor pode surgir desta forma - a zona ciliar é azul e a zona interior é marrom. Esta marrom será chamado de marrom de base, para poder diferenciá-lo do marrom pigmentar do estroma (melanócitos)...O anel formado pelo dilatador amarelado é bem visível, o que indica que existe uma zona inteior amarronzada com este marrom de base". Por isso devemos ter cuidado com a interpretação do círculo gástrico marrom no caso de pessoas idosas, mesmo se podemos pressupor, que a função da mucosa gástrica na idade avançada não seja a melhor.
Gunther Lindemann
June 24
Trabalho de Conclusão de Curso: Iridologia nas Disfunções Cardíacas
Autores: Nat. Fernando Hellmann, Nat. Jeanine Menegaz de Faveri, Nat. RAchel Trevisan Marion, Nat. Tatiana Leite Müller.
Orientadores: Joel Irineu Lohn, Juliana Palma, Gisele de Souza Flôr e André W. Garcia.
Apresentado no I Congresso Brasileiro de Naturologia - SP (17 e 18 de maio) pelo Nat. Fernando Hellmann.
Objetivo Geral:
• Verificar a confiabilidade da Irisdiagnose como método de avaliação à propensão de distúrbios cardíacos.
Objetivo s Específicos:
• Identificar e descrever aspectos visuais na íris, de um grupo de pessoas portadoras de disfunções cardíacas e de um grupo controle;
• Comparar os resultados entre si, obtidos em cada grupo.
Metodologia
• Estudo quantitativo, transversal do tipo caso-controle;
• Fotografadas 66 iris esquerdas: 33 grupo de pessoas com distúrbios cardíacos e 33 grupo controle;
• Grupo Exposto: pessoas com disfunções cardíacas, todos pacientes internos do Instituto de Cardiologia de Santa Catarina (ICSC), com diagnóstico médico;
• Grupo Controle : pessoas sem diagnóstico de distúrbio cardíaco, aparentemente saudáveis.
• Trabalho aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do ICSC.
• Utilizou-se o mapa condensado de Irisdiagnose (BATELLO, 1996);
• Foram considerados os sinais de Inflamação aguda e as lesões: sub-agudas, crônicas e degenerativas;
• Tratamento dos dados: cálculo de Odds Ratio. Programa EpiData;
Resultados
• Apresentaram sinais relevantes na área relativo ao coração, no mapa condensado de irisdiagnose:
• 82% no Grupo Exposto
• 42% Grupo Controle
A probabilidade para encontrar sinais na iris de pessoas portadores de disfunções cardíacas é 6,11 vezes maior que a probabilidade para encontrar tais sinais em pessoas sem determinada disfunção.
Sinal não previsto na pesquisa:
Pterígio:
• Pode indicar disfunções hepáticas e lesões degenerativas dos vasos sangüíneos. Pode indicar placas ateromatosas as quais provocam o estreitamento das artérias coronárias.
A probabilidade para desenvolvimento do pterígio em pessoas portadores de disfunções cardíacas é 7,43 vezes maior que a probabilidade para pessoas sem problemas cardíacos
Limitação do método
• Grupo controle formado por pessoas de idades variadas, prevalecendo jovens enquanto no Grupo exposto prevaleceu adultos;
• Grupo controle não tinha diagnóstico médico;
• Foi analisado apenas a íris esquerda;
• A classificação das doenças cardíacas não foram consideradas;
• Número de participantes pequeno;
Considerações Finais
• Considera-se a Irisdiagnose como método propedêutico não-invasivo, confiável e barato;
• Há relação estatística entre os sinais iridológicos e a presença de disfunções cardíacas;
• Deve-se considerar a análise da íris como um todo, não apenas de um local;
• Há pessoas com enfermidades cardíacas que não apresentaram sinais e pessoas sem enfermidades que apresentaram sinais;
Referências
• BATELLO, Celso. Iridologia e Irisdiagnose: o que os olhos podem revelar. São Paulo: Ground,1999.
• BATELLO, Celso. Iridologia Total: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Ground,1996.
• CARVALHO, Tales. Tratamento da doença coronariana no Brasil: um quadro que reflete a necessidade de mudança de paradigma. Revista Brasileira de Medicina do Esporte.Vol.6, n°6 – nov./dez., 2000.
• ILLICH, Ivan. A expropriacao da saude; nemesis da medicina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.
June 04
Iridologia como Medicina Preventiva
A grande importância da Iridologia está na sua ação preventiva.
O diagnóstico através da íris possibilita o conhecimento de áreas frágeis no organismo do paciente e assim, o iridólogo pode estruturar um tratamento adequado para orientar os hábitos e evitar doenças futuras. O organismo é assim desintoxicado, reconstituído e preservado, antes que o quadro se torne muito prejudicial ou talvez irreversível.
Esse trabalho preventivo é basicamente de conscientização, conduzindo o paciente a uma maior observação do funcionamento do seu próprio corpo e mente.
A mediciona preventiva é a grande oportunidade de uma melhora do homem como espécie, pois os bons hábitos geram saúde, e essa saúde conquistada será transmitida de geração em geração. A prevenção é a medicina do futuro, onde podemos encontrar o segredo da boa saúde em todos os seus aspectos, gerando longevidade, melhores condições e qualidade de vida.
Liane Beringhs
May 23
Resumo de Trabalho de Conclusão de Curso:
IRISDIAGNOSE PSÍQUICA COMO RECURSO PARA COMPREENSÃO DA QUEIXA DO PACIENTE
RESUMO
Este projeto surgiu com a intenção de ampliar os conhecimentos da Iridologia Psíquica, que é uma área nova e utilizada como ferramenta de diagnose da Naturologia. O modelo Rayid (Iridologia Psíquica), criado por Denny Johnson , nos anos 80, enfoca o aspecto psíquico-emocional, revelando desta forma o padrão comportamental das pessoas. A Naturologia por formar profissionais com uma concepção holística de saúde, utiliza o método Rayid com o intuito de obter dados para a elaboração de um plano terapêutico que abrange a integridade física, social, emocional e psíquica dos indivíduos. Nosso objetivo é verificar a possibilidade de justificar a queixa psicológica a partir da Irisdiagnose Psíquica de clientes voluntários encaminhados pelo Serviço de Apoio Psicopedagógico (SAP). Os resultados obtidos confirmam que o Método Rayid pode ser utilizado como uma forma de avaliação segura na elaboração de um plano terapêutico, para que o paciente/cliente possa ser levado ao autoconhecimento, através da percepção que a ele pertence à capacidade de mudar sua própria história.
Palavras-chave: Queixa Psicológica, Serviço Psicopedagógico, Iridologia Psíquica, Rayid, Irisdiagnose, Naturologia.
Autoras: CAROLINA MENDES SERAFIM E FLÁVIA PLACERES
Mais informações entre em contato no nosso email: iris_diagnose@hotmail.com May 21
Quero agradecer a presença de todos na palestra de ontem no Espaço Hagananda.
Carolina Mendes Serafim May 13
|
Íris do olho revela personalidade, diz estudo.
Pablo Uchoa - De Londres - 19 de fevereiro, 2007
Cientistas suecos encontraram indícios de que, como diz a sabedoria popular, "os olhos são o espelho da alma", demonstrando que a íris de seres humanos tem relação com o tipo de personalidade de cada um.
A equipe da Universidade de Örebro analisou o 'desenho' das íris de 428 pessoas, e comparou os diferentes padrões com os traços de personalidade dos indivíduos.
Os pesquisadores descobriram que duas características da íris variam de acordo com a personalidade: a densidão das fibras e a existência de 'sulcos' que se formam ao redor da pupila.
Olhos de tecido mais denso e compactado, com fibras que 'correm' mais juntas pela íris, foram relacionados a pessoas emotivas, calorosas, confiantes e de emoções positivas, disseram os pesquisadores.
Já o aparecimento de sulcos ao redor da pupila foi maior em indivíduos mais impulsivos.
As mesmas características podem aparecer simultaneamente e com diferentes intensidades, sugerindo a variedade das combinações.
Genética
Mats Larsson, um dos cientistas por trás do estudo, disse que a relação entre os olhos e o comportamento é estabelecida pela atuação do gene PAX6, que controla a formação da íris em embriões.
Pesquisas anteriores haviam demonstrado que uma mutação do PAX6 atua na parte frontal do cérebro, potencializando comportamentos impulsivos.
O estudo afirma que a margem de erro é menor nas análises de íris que em hipóteses baseadas em outras características.
Segundo eles, a íris pode dizer mais sobre uma pessoa do que, por exemplo, a generalização de que mulheres são mais emotivas que homens.
"Os resultados indicam que pessoas com diferentes configurações de íris tendem a desenvolver características de personalidade de acordo (com essas configurações)", disse Larsson.
"Mas precisamos de outras pesquisas para comprovar as associações feitas neste estudo. As investigações podem, no futuro, dar outro sentido à velha expressão 'os olhos são o espelho da alma'".
|
|
| April 30
HAGANANDA ESTUDOS E PRÁTICAS TERAPÊUTICAS
PALESTRA
A arte da Avaliação através da Iridologia - Irisdiagnose
Palestrantes: Carolina Mendes Serafim e Flávia Placeres
A realizar-se em 20/05/2008 às 19h30min.
(vagas limitadas)
Levar 1 kg de alimento não perecível!
INSCRIÇÕES pelos fones: (011)4426-2309 / (011) 9918-6371.
LOCAL: Rua Javri, 449 Vila Assunção – Santo André - SP March 28
Os órgãos de choque ou menor resistência são aqueles que nasceram mais fracos. No nosso organismo, são aqueles que primeiro sofrem as consequências frente a uma agressão como: estresse, desnutrição, vida sedentária etc.
Estes órgãos são os mesmos que, durante o desenvolvimento embrionário, deixaram de completar o seu crescimento intra-uterino.
Através de uma vida sadia e principalmente de uma alimentação equilibrada, que evite sobrecarregar, porém forneça os nutrientes indispensáveis aos órgãos mais fracos, melhorando o seu funcionamento, eles se tornarão mais resistentes às enfermidades.
O conhecimento dos órgãos sensíveis possibilita uma abordagem terapêutica, beneficiando o organismo como um todo, dentro do conceito holísitco de que o organismo é a soma das partes, e ao se melhorar as partes, melhora-se o todo e vice-versa.
A íris mostra claramente, através da densidade de suas fibras, a constituição geral, bem como os órgãos de choque do indivíduo.
Iridologia e Irisdiagnose - o que os olhos podem revelar (Batello, 1999) March 12
Nós estamos no Orkut. Faça parte da comunidade: LAUDOS E IMAGENS IRIDOLÓGICAS.
February 21
É um processo psíquico através do qual o todo é representado por uma parte ou vice-versa.Também pode ser uma idéia representada por uma outra, que, emocionalmente, esteja associada à ela. Esse mecanismo não tem qualquer compromisso com a lógica. É o caso de alguém que tendo tido uma experiência desagradável com um policial, reaja desdenhosamente, em relação a todos os policiais. É muito corrente nos sonhos, onde uma coisa representa outra. Também se manifesta na Transferência, fazendo com que o indivíduo apresente sentimentos em relação a uma pessoa que, na verdade, lhe representa uma outra do seu passado. Fato de a importância, o interesse, a intensidade de uma representação ser suscetível de se destacar dela para passar a outras representações originariamente pouco intensas, ligadas à primeira por uma cadeia associativa. Esse fenômeno, particularmente visível na análise do sonho, encontra-se na formação dos sintomas psiconeuróticos e, de um modo geral, em todas as formações do inconsciente. A teoria psicanalítica do deslocamento apela para a hipótese econômica de uma energia de investimento suscetível de se desligar das representações e de deslizar por caminhos associativos. O “livre”deslocamento desta energia é uma das principais características do modo como o processo primário rege o funcionamento do sistema insconsciente. February 18
O SERVIÇO DE IMAGENS E LAUDOS IRIDOLÓGICOS fornece aos profissionais da área da saúde um diferencial porque oferece novas ferramentas para conhecer o paciente integralmente, ajudando a dar um direcionamento terapêutico adequado e assim acompanhar a evolução dos tratamento.
Fazemos parcerias também.
Se houverem dúvidas, entrem em contato pelo tel ou email.
SERVIÇOS:
- Imagem impressa e em cd + Termo de Autorização do Paciente
- Imagem em cd + Termo de Autorização do Paciente
- Imagem impressa e em cd + Termo de Autorização do Paciente + Laudo Iridológico Psíquico ou Físico
- Imagem Impressa e em cd + Termo de Autorização do Paciente + Laudo Iridológico Psíquico e Físico
- Supervisão e Discussão de Caso
- Palestras
- Cursos de Iridologia (em breve)
Manifesta-se quando o Ego não aceita reconhecer um impulso inaceitável do Id e o atribui a outra pessoa. É o caso do menino que gostaria de roubar frutas do vizinho sem entretanto ter coragem para tanto, e diz que soube que um menino, na mesma rua, esteve tentando pular o muro do vizinho.
Termo utilizado num sentido muito geral em neurofisiologia e em psicologia para designar a operação pela qual um fato neurológico ou psicológico é deslocado e localizado no exterior, quer passando do centro para a periferia, quer do sujeito para o objeto.
No sentido propriamente psicanalítico, operação pela qual o sujeito expulsa de si e localiza no outro- pessoa ou coisa- qualidades, sentimentos, desejos e mesmo “objetos”que ele desconhece ou recusa nele. Trata-se aqui de uma defesa de origem muito arcaica, que vamos encontrar em ação particularmente na paranóia, mas também em modos de pensar “normais”, como a superstição.
February 05
É uma forma de substituir por boas razões uma determinada conduta que exija explicações, de um modo geral, da parte de quem a adota.
Os Psicanalistas, em tom jocoso, dizem que racionalização é uma mentira inconsciente que se põe no lugar do que se reprimiu.
É um processo pelo qual o sujeito procura apresentar uma explicação coerente do ponto de vista lógico, ou aceitável do ponto de vista moral, para uma atitude, uma ação, uma idéia, um sentimento, etc., cujos motivos verdadeiros não percebe; fala-se mais especialmente da racionalização de um sintoma, de uma compulsão defensiva, de uma formação reativa. A racionalização intervém também no delírio, resultando numa sistematização mais ou menos acentuada.
A racionalização é um processo muito comum, que abrange um extenso campo que vai desde o delírio ao pensamento normal.Como qulquer comportamento pode admitir uma explicação racional, muitas vezes é difícil decidir se esta é falha ou não. Em especial no tratamento psicanalítico encontraríamos todos os intermediários entre dois extremos; em certos casos é fácil demonstrar ao paciente o caráter artificial das motivações invocadas e incitá-lo assim a não se contentar com elas; em outros, os motivos racionais são particularmente sólidos (os analistas conhecem as resistências que a “alegação da realidade”, por exemplo, pode sisssimular), mas mesmo assim pode ser útil colocá-los “entre parênteses” para descobrir as satisfações ou as defesas inconscientes que a eles se juntam.
Como exemplo do primeiro caso encontraremos racionalizações de sintomas, neuróticos ou perversos ( comportamento homossexual masculino explicado pela superioridade intelectual e estética do homem, por exemplo) ou compulsões defensivas (ritual alimentar explicado por preocupações de higiene, por exemplo).
January 30
É a operação psíquica que pretende fazer desaparecer, da consciência, impulsos ameaçadores, sentimentos, desejos, ou seja, conteúdos desagradáveis, ou inoportunos. Em sentido amplo, é uma operação psíquica que tende a fazer desaparecer da consciência um conteúdo desagradável ou inoportuno: idéia, afeto, etc.Neste sentido, o recalque seria uma modalidade especial de repressão. Em sentido mais restrito, designa certas operações do sentido amplo, diferentes do recalque:
a)Ou pelo caráter consciente da operação e pelo fato de o conteúdo reprimido se tornar simplesmente pré-consciente e não inconsciente; b)Ou, no caso da repressão de um afeto, porque este não é transposto para o inconsciente mas inibido, ou mesmo suprimido.
January 24
É o mais eficaz dos mecanismos de defesa, na medida em que canaliza os impulsos libidinais para uma postura socialmente útil e aceitável.
As defesas bem sucedidas podem colocar-se sob o título de sublimação, expressão que não designa mecanismo específico; vários mecanismos podem usar-se nas defesas bem sucedidas; por exemplo, a transformação da passividade em atividade; o rodeio em volta do assunto, a inversão de certo objetivo no objetivo oposto. O fator comum está em que, sob a influência do ego, a finalidade ou o objeto (ou um e outro) se transforma sem bloquear a descarga adequada. ( O fator de valoração que habitualmente se inclui na definição de sublimação é melhor omitir ). Deve-se diferenciar a sublimação das defesas que usam contracatexias; os impulsos sublimados descarregam-se, se bem que drenados por uma trilha artificial, enquanto os outros não se descarregam.
Na sublimação, cessa o impulso original pelo fato de que a respectiva energia é retirada em benefício da catexia do seu substituto. Nas outras defesas, a libido do impulso original é contida por uma contracatexia elevada.
As sublimações exigem uma torrente incontida de libido, tal qual a roda de um moinho precisa de um fluxo d’água desimpedido e canalizado. É por isto que as sublimações aparecem após a remoção de certa repressão. Para usar uma metáfora, as forças defensivas do ego não se opõem frontalmente aos impulsos originais, conforme ocorre no caso das contracatexias, mas incidem angularmente; daí uma resultante em que se unificam a energia instintiva e a energia defensiva, com liberdade para atuar. Distinguem-se as sublimações das gratificações substitutivas neuróticas pela sua dessexualização, ou seja, a gratificação do ego já não é fundamentalmente instintiva.
Quais são os impulsos que experimentam vicissitudes desta ordem e quais são as condições que determinam a possibilidade ou a impossibilidade de sublimação ?
Se não forem rejeitados pelo desenvolvimento de uma contracatexia (o que os excluirá do desenvolvimento ulterior da personalidade), os impulsos prégenitais e as atitudes agressivas concomitantes organizam-se, mais tarde sob a primazia genital.A realização mais ou menos completa desta organização é indispensável para que tenha êxito a sublimação daquela parte da pré-genitalidade que não é usada sexualmente no mecanismo do pré- prazer. É muito pouco provável a existência de sublimação da sexualidade genital adulta; os genitais constituem um aparelho que visa à realização da descarga orgástica plena, isto é, não sublimada. O objeto da sublimação são os desejos pré-genitais.Se estes, porém, tiverem sido reprimidos e se permanecem no inconsciente, competindo com a primazia genital, não podem ser sublimados. A capacidade de orgasmo genital é que possibilita a sublimação (dessexualização) dos dejejos pré-genitais. O que determina a possibilidade de o ego conseguir chegar à solução feliz desta ordem não é fácil dizer. Caracteriza-se a sublimação por:
a)Inibição do objetivo b)Dessexualização c)Absorção completa de um instinto nas respectivas eqüelas d)Alteração dentro do ego; qualidades todas estas que também se vêem nos resultados de umas tantas identificações, qual seja, no processo de formação do superego.
O fato empírico das sublimações, sobretudo as que se originam na infância, dependerem da presença de modelos, de incentivos que o ambiente forneça direta ou indiretamente, corrobora a asserção de Freud no sentido de que a sublimação talvez se relacione intimamente com a identificação. Mais ainda : Os casos de transtorno da capacidade de sublimar mostraram que esta incapacidade corresponde a dificuldades na promoção de identificações. Tal qual ocorre com certas identificações,também as sublimações são capazes de opor-se e se desfazerem, com êxito maior ou menor, certos impulsos destrutivos infantis; mas também podem satisfazer, de maneira distorcida, estes mesmos impulsos destrutivos; de algum modo, toda fixação artística de um processo natural “mata”este processo. É possível ver precursores das sublimações em certas brincadeiras infantis, nas quais os desejos sexuais se satisfazem por uma forma “dessexualizada” em seguida a certa distorção da finalidade ou do objeto; e as identificações também são decisivas neste tipo de brincadeiras.
Varia muito a extensão da divisão do objetivo na sublimação. Há casos em que a diversão se limita a inibição do objetivo; a pessoa que haja feito a sublimação faz, precisamente, aquilo que o seu instinto exige que faça, mas isso depois que o instinto se dessexualize e se subordine à organização do ego. Noutros tipos de sublimação, ocorrem transformações de alcance muito maior. É até possível que certa atividade de direção oposta ao instinto original substitua, de fato, este último. Certas reações de nojo, habituais entre as pessoas civilizades, sem vestígio das tendências instintivas infantis contra as quais se desenvolveram originalmente, incluem-se nesta categoria.O que ocorre, então, é idêntico ao que Freud chamou transformação no contrário; uma vez completada, toda a força de um instinto opera na direção contrária.
January 22
Foi este o nome que Freud adotou para apresentar os diferentes tipos de manifestações que as defesas do Ego podem apresentar, já que este não se defronta só com as pressões e solicitações do Id e do Superego, pois aos dois se juntam o mundo exterior e as lembranças do passado.
Quando o Ego está consciente das condições reinantes, consegue ele sair-se bem das situações sendo lógico, objetivo e racional, mas quando se desencadeiam situações que possam vir a provocar sentimentos de culpa ou ansiedade, o Ego perde as três qualidades citadas. É quando a ansiedade-sinal (ou sinal de angústia), de forma inconsciente, ativa uma série de mecanismos de defesa, com o fim de proteger o Ego contra um dor psíquica iminente.
Há vários mecanismos de defesa, sendo alguns mais eficientes do que outros. Há os que exigem menos despêndio de energia para funcionar a contento. Outros há que são menos satisfatórios, mas todos requerem gastos de energia psíquica.
As defesas do ego podem dividir-se em :
a)Defesas bem sucedidas, que geram a cessação daquilo que se rejeita
b)Defesas ineficazes, que exigem repetição ou perpetuação do processo de rejeição, a fim de impedir a irrupção dos imulsos rejeitados.
As defesas patogênicas, nas quais se radicam as neuroses, pertencem à segunda categorias .Quando os impulsos opostos não encontram descarga, mas permanecem suspensos no inconsciente e ainda aumentam pelo funcionamento continuado das suas fontes físicas, produz-se estado de tensão, com possibilidade de irrupção.
Daí por que as defesas bem sucedidas, que de fato, menos se entendem, têm menor importância na psicologia das neuroses. Nem sempre, porém, se definem com nitidez as fronteiras entre as duas categorias; há vezes em que não se consegue distinguir entre “um impulso que foi transformado pela influência do ego”e “um impulso que irrompe com distorção, contra a vontade do ego e sem que este o reconheça”.
|